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terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Incentivo à leitura dos professores - Dicas de Livros

O Portal do Professor é um espaço on-line no qual educadores têm acesso a sugestões de planos de aula, conteúdos multimídia, notícias sobre o panorama geral da educação no País, iniciativas governamentais, podendo até mesmo interagir em fóruns de discussão com outros profissionais da área.
Confira abaixo os 11 livros indicados para quem deseja se aprofundar no tema e/ou levar os conhecimentos adquiridos para a sala de aula:
A Arte de Ler
Émile Faguet – Editora Casa da Palavra – Brasil

Escrito no início do século XX, o livro permanece atual quase 100 anos após sua primeira publicação (1911), principalmente quando se leva em conta o excesso de informação dos dias atuais, em que a otimização da leitura se faz oportuna.
"A arte de ler é a arte de pensar com um pouco de ajuda", disse Faguet. Dessa forma, o autor sugere o primeiro passo para um melhor aproveitamento de qualquer livro: identificar os objetivos da leitura e os diferentes tipos de livros, bem como suas particularidades.
O Incentivo à Leitura
Cláudia Stocker – Editora – Brasil – 2014

É na infância que se adquire o hábito de ler; é na criança que estão todas as potencialidades e disponibilidades para o prazer da leitura. E é evidente, também, que se torna necessário abrir para elas as janelas desse mundo maravilhoso.
Ler e contar história são formas de desenvolver o gosto pela fantasia, incentivando nos pequeninos aspectos que dizem respeito ao seu potencial criativo.
Ao ouvir histórias narradas por contadores que transformam palavras e gestos em pura magia e encanto, é que queremos mostrar ao leitor, como o despertar para a leitura pode ser iniciado nas primeiras etapas da vida através da tradição oral.
Incentivando o Amor pela Leitura
Eugene H. Cramer, Marrietta Castle – Editora Artmed – Brasil – 2001

A obra “faz uma análise do professor e do papel crítico que ele desempenha na tarefa de ajudar as crianças a tornarem-se leitores motivados, ativos e envolvidos, que leem tanto por prazer como pela necessidade de manterem-se informados.”
Estratégias de Leitura
Isabel Solé – Editora Artmed – Brasil – 1998 – 6ª edição

O livro escrito por Isabel Solé aborda diferentes formas de trabalhar com o ensino da leitura. Seu propósito principal é promover nos alunos a utilização de estratégias que permitam interpretar e compreender de forma autônoma os textos lidos.
Enfatizando sempre que o ato de ler é um processo complexo, a autora, utilizando um texto simples e agradável de ser lido, explicita-o dentro de uma perspectiva construtivista da aprendizagem.
Estratégias de Leitura, 6ª edição, é uma obra que certamente contribuirá para o desempenho docente, principalmente dos profissionais que atuam no Ensino Fundamental e na Educação Infantil.
Por que Ler?
Tânia Dauster, Lucelena Ferreira – Editora Lamparina, Coed. FAPERJ – Brasil – 2010

Neste livro, pesquisadores abordam questões que são objeto de discussão no campo educacional - a formação de leitores e de mediadores de leitura; a importância da leitura literária na construção da subjetividade; a relação entre literatura e oralidade; os desafios à formação de professores, tendo em vista diferentes concepções sobre o ensino da língua, entre outras temáticas.
Os Jovens e a Leitura: Uma Nova Perspectiva
Michèle Petit – Editora 34 – Brasil – 2008

Partindo de dezenas de entrevistas com leitores da zona rural e jovens de bairros marginalizados na periferia das grandes cidades francesas, bem como do testemunho de escritores e suas obras, a autora demonstra – com exemplos que se adequam perfeitamente à sociedade brasileira – a importância das bibliotecas públicas e de bibliotecários, mediadores de leitura e educadores de modo geral na luta contra os processos de exclusão e segregação.
Sem receitas mágicas, mas com profundo conhecimento de causa, Petit ilumina por vários ângulos as relações entre os jovens e o livro no mundo globalizado, apostando no papel fundamental que a leitura pode representar para a construção e reconstrução do sujeito, particularmente em contextos de crise ou de grande violência social.
A Arte de Ler
Michèle Petit – Editora 34 – Brasil – 2010

"Aquele livro me deu a força necessária para enfrentar a virada decisiva de minha vida, aceitar que eu não era mais o mesmo, suportar sê-lo com meus amigos que não compartilhavam o que eu pensava e que tive que enfrentar para defender minha nova maneira de ver a vida..."
O depoimento acima, de um jovem morador de um dos bairros mais pobres de Bogotá, na Colômbia, é apenas um entre as dezenas de testemunhos sobre a importância da literatura — tomada aqui num sentido amplo, que inclui histórias em quadrinhos e relatos orais, além dos gêneros tradicionais da poesia, do conto e do romance — na formação do sujeito, e o papel que ela desempenha em contextos de crise.
O Prazer do Texto
Roland Barthes – Editora Perspectiva – Brasil – 2008 – 4ª edição

Em um escrito caleidoscópico, quase um bloco de anotações, Roland Barthes busca aqui a análise do prazer sensual do texto, tanto por parte de quem escreve - sem medo de expor seu desejo, sob pena de cair na tagarelice - quanto de quem lê (normalmente situado como objeto, ser passivo e sem defesas frente ao texto, e que aqui é revelado em sua plenitude criativa da fruição).
Descartando a frigidez do texto empolado e político, evocando ao fio dos argumentos tanto Proust, Flaubert, Stendhal como Sade e Bataille, ou ainda Lacan e Freud, 'O Prazer do Texto' apresenta, de forma profunda e lúdica, - costumeiro prazer dos leitores de Barthes - um tema fundamental em semiologia e literatura.
A Importância do Ato de Ler
Paulo Freire – Editora Cortez – Brasil – 2011

“Este livro busca abordar a questão da leitura e da escrita encaradas por Paulo Freire sob o ângulo da luta política com a compreensão científica do tema. A obra pretende mostrar sua presença no desafio pelos direitos da alfabetização, pronunciados ao mundo sobre a importância do ato de ler.”
Leituras: do Espaço Íntimo ao Espaço Público
Michèle Petit – Editora 34 – Brasil – 2013

Qual o papel da leitura na construção do indivíduo? Em que medida ela pode desempenhar uma função reparadora em casos de danos psíquicos e sociais? Como pensar o lugar da leitura em bibliotecas e no contexto educacional?
Estas são algumas das perguntas levantadas neste livro pela antropóloga francesa Michèle Petit - já conhecida no Brasil por Os jovens e a leitura (2008) e A arte de ler (2009).
Os textos reunidos em no livro são o resultado de conferências realizadas em países da América Latina e voltadas, entre outros, para bibliotecários, professores, mediadores de leituras e profissionais dedicados à formação de leitores de modo geral.
Em comum, estes ensaios destacam a leitura como atividade de resistência e indagação, a qual permite a muitas pessoas em circunstâncias desfavoráveis tornarem-se agentes de seus destinos.
Como Incentivar o Hábito da Leitura
Richard Bamberger – Editora Ática – Brasil 

O livro aborda o panorama do ensino da leitura em várias partes do mundo.
Fonte:
Portal Brasil com informações do Portal do Professor 

domingo, 12 de novembro de 2017

O BAOBÁ E A HIENA – uma lenda africana.


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“No coração da África, havia uma extensa planície. E no centro dessa planície, erguia-se uma alta e frondosa árvore. Era o baobá. Um dia, embaixo do sol escaldante do meio-dia africano, corria pela planície um coelhinho, que, cansado, quando viu o baobá, correu a abrigar-se à sua sombra. E ali, protegido pela árvore, ele se sentiu tão bem, tão reconfortado, que olhando para cima não pôde deixar de dizer: - Que sombra acolhedora e amiga você tem, baobá! Muito obrigado! O baobá, que não costumava receber palavras de agradecimento – como muitos de nós também não recebemos - ficou tão reconhecido, que fez balançar os seus galhos e tremular suas folhinhas, como numa dança de alegria. O coelho, percebendo a reação da árvore, quis aproveitar-se um pouquinho da situação e disse assim: - É, realmente sua sombra é muito boa.... Mas e esses seus frutos que eu estou vendo lá em cima? Não me parecem assim grande coisa... O baobá, picado no seu amor próprio, caiu na armadilha. E soltou, lá de cima de seus galhos, um belo e redondo fruto, que rolou pelo capim, perto do coelhinho. Este, mais do que depressa, farejou o fruto e o devorou, pois ele era delicioso. Saciado, voltou para a sombra da árvore, agradecendo: - Bem, sua sombra é muito boa, seu fruto também é da melhor qualidade. Mas... e o seu coração, baobá? Será ele doce como seu fruto ou duro e seco como sua casca? O baobá, ouvindo aquilo, deixou-se invadir por uma emoção que há muito tempo não sentia. Mostrar o seu coração? Ah... Como ele queria... Mas era tão difícil... Por outro lado, o coelhinho havia se mostrado tão terno, tão amigo... E assim, hesitante, o baobá foi lentamente abrindo o seu tronco. Foi abrindo, abrindo, até formar uma fenda, por onde o coelho pôde ver, extasiado, um tesouro de moedas, pedras e joias preciosas, um tesouro magnífico, que o baobá ofereceu a seu amigo. Maravilhado, o coelho pegou algumas joias e saiu agradecendo: - Muito obrigado, bela árvore! Jamais vou te esquecer! E chegando à sua casa, encontrou sua esposa, a coelha, a quem presenteou com as joias. A coelha, mais do que depressa, enfeitou-se toda com anéis, colares e braceletes e saiu para se exibir para suas amigas. A primeira que ela encontrou foi a hiena, que, assaltada pela inveja, quis logo saber onde ela havia conseguido joias tão faiscantes. A coelha lhe disse que nada sabia, mas que fosse falar com seu marido. A hiena não perdeu tempo: foi ter com o coelho, que lhe contou o que havia acontecido. No dia seguinte, exatamente ao meio-dia, corria a hiena pela planície e repetia passo a passo tudo o que o coelho lhe havia contado. Foi deitar-se à sombra do baobá, elogiou-lhe a sombra, pediu-lhe um fruto, elogiou-lhe o fruto e finalmente pediu para ver-lhe o coração. O baobá, a quem o coelhinho na véspera havia tornado mais confiante e mais generoso, dessa vez nem hesitou. Foi abrindo o seu tronco, foi abrindo, bem devagarinho, saboreando cada minutinho de entrega. Mas a hiena, impaciente, pulou com suas garras no tronco do baobá, gritando: - Abra logo esse coração, eu não aguento esperar! Ande! Eu quero todo esse tesouro para mim, eu quero tudo, entendeu? O baobá, apavorado, fechou imediatamente o seu tronco, deixando a hiena de fora a uivar desesperada, sem conseguir pegar nenhuma joia. E por mais que ela arranhasse a árvore, ela nada conseguiu. A partir desse dia é que a hiena ganhou o costume de vasculhar as entranhas dos animais mortos, pensando encontrar ali algum tesouro. Mal sabe ela que esse tesouro só existe enquanto o coração é vivo e bate forte. Quanto ao baobá, nunca mais ele se abriu” www.contandoafrica.blogspot.com.br

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Formas com Palitos de picolé










Alguns palitinhos nas mãos e muita criatividade na cabeça. As crianças contam, criam, brincam e aprendem juntas, compartilhando suas criações, além de deixar rolar a imaginação falando sobre as figuras que inventam.

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Moldura de galhos secos - Lembrancinha para as Mães


Lembrança para o Dia das Mães - com simplicidade, usando elementos da Natureza. Moldura para quadro feita com galhos secos e ráfia (fibra da palmeira). Presente rústico e feito com muito carinho.






MATERIAIS: 


  1. GALHOS DE ÁRVORES SECOS
  2. FIOS DE RÁFIA (FIOS DE FIBRA DA PALMEIRA)
  3. PAPEL PARA DESENHOS 
  4. CANETINHAS
  5. LÁPIS DE CORES
  6. COLA BRANCA

quinta-feira, 23 de março de 2017

Livros infantis - Natureza e meio ambiente


A PRIMAVERA DA LAGARTA

Série Vou Te Contar!Editora Salamandra
Autor: Ruth Rocha
Ilustração: Madalena Elek
Faixa etária: A partir de 06 anos
Área: Ficção
Número de páginas: 32




MIL PÁSSAROS PELOS CÉUS

Série Vou Te Contar!Editora Salamandra
Autor: Ruth Rocha
Ilustração: Rogério Coelho
Faixa etária: A partir de 06 anos
Indicação: Alfabetização (EI)
Área: Ficção
Assunto: Amizade, Animais, Música, Poesia
Número de páginas: 32

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Jogo da Memória Gigante - Animais







Jogo da memória gigante feito com caixas de papelão. 

Na escola, todas as crianças recebem material escolar como: cadernos, canetinhas coloridas, lápis de cores, régua, tesourinha, lápis de escrever, borracha, apontador. Tais materiais são entregues às crianças dentro de caixas de papelão de tamanho médio e de formato retangular. Ao receberem os materiais, muitas crianças e seus pais descartam essas caixas. Assim, com o intuito de reutilizá-las, recolhemos todas as caixas e fizemos o jogo da memória gigante, com a participação das crianças.

MATERIAIS:
  • Caixas de papelão
  • Jornal
  • Tinta guache preta
  • Fita adesiva transparente
  • Fita crepe ou fita gomada
  • Xerox duplas de figuras de bichos (ou outra de sua preferência no tamanho da caixa, no caso da caixa utilizada, usei o mesmo tamanho de papel A-4).

Modo de fazer o jogo:

As crianças participam na construção do jogo, ao colocarem bolinhas de jornal dentro das caixas, até preencher todos os espaços. 
Fecha-se as caixas com fita crepe ou fita gomada, pois as mesmas podem receber tinta.
Logo após, as crianças pintam as caixas com tinta guache preta.
Por fim, cola-se as figuras duplicadas de animais, uma em cada caixa (ou outra de preferência). Passa-se fita adesiva transparente cobrindo todas as caixas.
Depois é só usar a memória e se divertir com as crianças!









sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Musica: Bouboukalakala a dit que (Bubukalakala ele disse..)




Musica: Bouboukalakala a dit que (Bubukalakala ele disse..)
Música e animação de ARBMusic
Língua: Francês
Pesquisa, tradução e adaptação: DNA - África - Diásporas das Nações Africanas (Miranda)
Bouboukalakala a dit é uma brincadeira bem semelhante a "fazer o que seu mestre mandar", e a palavra "Bouboukalakala" não tem nenhum significado, é como "adoleta", apenas para fazer rima e deixar a brincadeira mais divertida.
Então bouboukalakala, divirtam-seeeee!!!
Bouboukalakala a dit que
(Bubukalakala ele disse)
Bubukalakala ele disse
Bubukalakala ele disse
Dance como uma cobra
Rasteje e gire em sua volta
Bubukalakala ele disse
Bubukalakala ele disse
Dance como um leão
Corra rapidamente e pule
Bubukalakala ele disse
Bubukalakala ele disse
Dance como um crocodilo
Rasteje e nade
Bubukalakala ele disse
Bubukalakala ele disse
Dance como uma galinha
Bata as asas e bique
Bubukalakala ele disse
Bubukalakala ele disse
Dance como uma girafa
Corra e balance o pescoço
Bubukalakala ele disse
Bubukalakala ele disse
Dance como um elefante
Marche e se balance
Bubukalakala ele disse
Bubukalakala ele disse
Dance como crianças
Entre na roda e salte.
Bubukalakala ele disse
Bubukalakala ele disse
Bubukalakala ele disse
Bubukalakala ele disse

Música de roda africana. Olélé moliba makasi (Olelê! A correnteza é muito forte)




Nome: Olélé moliba makasi
(Olelê! A correnteza está forte!)
Criado por ARBMusic
Línguas: Lingala e francês
Tradução e pesquisa: DNA - África - Diáspora das Nações Africanas (Miranda)
Mais uma música de roda africana, e dessa vez tem tradução!
Oh que delícia, então peguem seus pequenos barqueiros e remem com eles, a coreografia fica a encargo de vocês..."olelê,olelê, olelê moliba makasi"!!!!!
Mais do que uma simples brincadeira, essas canções e ilustrações trazem a tona o valor da representatividades, quantas crianças negras estão se vendo nesse barquinho agora?!
Representatividade importa sim!!!!

Tradução:
Olelê
Olelê
Olelê
A correnteza está forte*
Olelê
Olelê
Olelê
A correnteza está forte
Ei barqueiro
Pegue seus remos
E empurre a água para atrás de você
Olelê
Olelê
Olelê
A correnteza está forte
Olelê
Olelê
Olelê
A correnteza está forte
Barqueiro! Você rema forte!
Você rema rápido!
Sua canoa desliza na água!
Olelê
Olelê
Olelê
A correnteza está forte
Olelê
Olelê
Olelê
A correnteza está forte
Barqueiro, você ainda está de pé
Vamos, reme
Vamos
A Kinshasa** (Pode ser substituído pelo nome de outra cidade)
Olelê
Olelê
Olelê
A correnteza está forte
Olelê
Olelê
Olelê
A correnteza está forte
Olelê
Olelê
Olelê
A correnteza está forte
*Tradução da língua lingala
**Kinshasa: Capital da República Democrática do Congo

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Princesas Africanas

Leitura sobre a cultura africana, e a importância de conhecermos e valorizarmos as raízes negras de todos nós. Africanidades na escola com leituras que buscam debater e discutir sobre nossa nossa história, nossa raça, nossa cor.




LEITURAS Compartilhadas: Princesas Africanas, ano 9, n. 19, mar. 2009.
Autores: Ana Claudia Maia (ed.) e outros
Ilustradora: Taisa Borges
Ano: 2009
Acesse o link dessa postagem:

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Projeto Fome de Ler



Uma fome por aprender e por Ler. Fome de Leitura - Projeto da Professora alfabetizadora Rochelly Alves do Monte. Escola Municipal Hilza Diogo Cals.

domingo, 24 de abril de 2016

Dez livros infantis que abordam temas de gente grande

Universo adulto em temas como: Política, democracia, questões de gênero, arte e arquitetura também são interessantes para pequenos leitores. Conheça algumas dessas obras


1- QUEM MANDA AQUI
FOTO: REPRODUÇÃO
 'QUEM MANDA AQUI' DISCUTE RELAÇÕES DE PODER EM VÁRIAS ESFERAS
 
A ideia do livro, lançado pela Companhia das Letras, é apresentar política para crianças. Para isso, seus autores realizaram uma série de oficinas - como resultado, os pequenos são coautores da obra. ‘Quem manda aqui?’ descreve as relações de poder em várias esferas - escravidão, trabalho, escola e processos políticos.

2 - COLEÇÃO BOITATÁ
FOTO: REPRODUÇÃO
 ILUSTRAÇÃO DE 'A DEMOCRACIA PODE SER ASSIM', DE MARTA PINA
 
Com títulos como “A democracia pode ser assim”, “Existem classes sociais e “A ditadura é assim”, a coleção quer despertar o questionamento crítico e o senso de justiça social nos pequenos leitores. A série foi elaborada originalmente por educadores espanhóis logo após a queda da ditadura de Francisco Franco, no final dos anos 1970, e foi relançada no Brasil com um novo projeto gráfico pela Editora Boitempo.
3 - QUANDO AS CORES FORAM PROIBIDAS
livro de Monica Feth narra a trajetória de um povo que perdeu seu presidente e viu um homem rico e ambicioso tomar o poder. O país feliz e colorido deu lugar a uma nação reprimida: o novo governante odiava a felicidade e todo dia inventava nova regras. Os contestadores eram enviados para a prisão. Na história, Monica aborda temas como a democracia e a responsabilidade na hora de escolher um governante.
4 - MALALA, A MENINA QUE QUERIA IR PARA A ESCOLA
FOTO: DIVULGAÇÃO
Livro infantil de Adriana Carranca narra a história de Malala Yousafzai
 LIVRO INFANTIL DE ADRIANA CARRANCA NARRA A HISTÓRIA DE MALALA YOUSAFZAI
 
Na obra, a jornalista brasileira Adriana Carranca narra a história real de Malala Yousafzai, a garota paquistanesa vítima de um atentado do Taleban em 2012 e que foi a mais jovem personalidade a receber um prêmio Nobel da paz. Adriana conheceu a região em que Malala cresceu, e narrou a história da jovem ativista em uma obra com linguagem adaptada para as crianças e belas ilustrações.
5- A AVÓ ADORMECIDA
FOTO: DIVULGAÇÃO
 'A AVÓ ADORMECIDA' EXPLORA O TEMA DA MORTE COM LEVEZA E POESIA
 
O educador italiano Roberto Parmeggiani encontrou um jeito sutil e lúdico para lidar com um tema difícil tanto para crianças quanto para adultos: a morte. Em “A avó adormecida”, uma criança faz um paralelo entre a avó e a Bela Adormecida. A obra mostra a morte como algo inescapável - mas sem tristeza, com poesia. A avó não volta mais, mas a saudade fica.
6 - AH, SE A GENTE NÃO PRECISASSE DORMIR
FOTO: DIVULGAÇÃO
 A ARTE DE KEITH HARING É INTERPRETADA POR CRIANÇAS EM 'AH, SE A GENTE NÃO PRECISASSE DORMIR'
 
É um livro sobre arte - na verdade, sobre como crianças percebem a arte. Elas foram convidadas para comentar a obra de Keith Haring: ao longo das páginas, o livro separa os desenhos do artista por temas e os depoimentos com interpretação das crianças sobre eles. Na edição brasileira, lançada pela Cosac Naify, há uma reportagem do jornalista Mario Cesar Carvalho sobre o artista, e a quarta capa foi feita pelos grafiteiros Osgemeos.
7 - A CIDADELA
FOTO: REPRODUÇÃO
 'A CIDADELA' NARRA A CONTRUÇÃO DO SESC POMPEIA
 
A obra apresenta às crianças a arquiteta italiana Lina Bo Bardi, morta em 1992. A narrativa mostra como Lina transformou uma fábrica abandonada em um espaço cultural - no caso, o Sesc Pompeia, na Zona Oeste de São Paulo. O nome “A cidadela” vem do apelido que a própria arquiteta deu ao prédio. A obra é a primeira da Coleção Arranha Céu, da editora C4.
8 - NOÇÕES DE COISAS
Em 1995, o antropólogo Darcy Ribeiro surpreendeu ao lançar uma obra infanto-juvenil: “Noções de coisas”. Ilustrada por Ziraldo, ela explora a noção que as pessoas têm em torno de coisas e fatos comuns: a eletricidade, o vírus, o zero e o dinheiro, por exemplo. A obra está esgotada, mas é possível encontrá-la em sebos online.
9 - OS TRÊS LADRÕES
FOTO: REPRODUÇÃO
 ILUSTRAÇÃO DE CAPA DE 'OS TRÊS LADRÕES'
 
O livro mais famoso de Tomi Ungerer explora o universo dos ladrões: eles não são pessoas necessariamente ruins, mas equivocadas. O autor, que transita entre a subversão do pornô, projetos de arte e livros infantis, teve a carreira marcada por duras críticas. Em 1998, foi reconhecido com o prêmio Hans Christian Andersen. Suas obras infantis tem ilustrações divertidas e temáticas anárquicas.
10 - JÚLIA E SUA SOMBRA DE MENINO
FOTO: DIVULGAÇÃO
 CAPA DE 'A HISTÓRIA DE JÚLIA E SUA SOMBRA DE MENINO'
 
 O livro narra a história de Júlia, uma menina que é muito criticada pelos pais porque se parece com um menino. Um dia, ela percebe que a sua sombra se tornou um garoto. A obra, famosa na França, narra a descoberta da própria sexualidade. Foi traduzida, mas a edição brasileira manteve as ilustrações originais.
Fonte:nexojornal.com.br